quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Amor-próprio

Estou de volta!!! Hoje vou falar sobre amor-próprio. E também sobre um livro que me fez pensar muito a respeito disso. O livro é esse aqui embaixo, o "Não se apega não" da Isabela Freitas.

Eu ainda não terminei de ler, mas tenho que dizer que o livro é muito bom e eu super indico pra todas as meninas. Aí vocês me perguntam o que uma pessoa sem experiência com relacionamentos faz com um livro desses. A resposta é: Nem eu sei. A questão é que a minha prima, a Duda, estava lendo e me mostrou algumas partes que me fizeram ter um interesse em ler ele. Aí já sabe, foi só ela terminar de ler que eu já tomei posse dele.
E olha, não importa se você tá solteira, namorando, tem experiência com relacionamentos ou não, o que for, o livro com certeza vai te ensinar alguma coisa. O que me traz ao meu assunto inicial que é amor-próprio.
Logo no início do Capítulo 4, a autora traz 5 itens que ela julga essenciais para termos conosco. São eles:
Amor-próprio.
Autoconfiança.
Honestidade.
Realização pessoal.
Felicidade.
Como a Isabela diz no livro, nós precisamos aprender a amar nós mesmas. Nunca nos achamos bonitas o suficiente, magras o suficiente ou altas o suficiente. As pessoas são diferentes, e sempre vai ter alguém que vai gostar de você exatamente do jeito que você é.
"Ao amar cada pedacinho do seu ser, você acaba se tornando perfeita para si e, consequentemente, para o mundo. Esse é o segredo daquelas mulheres imponentes que andam por aí com o nariz empinado como se nada mais importasse. É que realmente não importa. Elas se bastam. E não porque são lindas, altas ou magras. Porque se amam."
Desde que eu li isso, tenho que dizer que tenho tentado deixar de me importar com as opiniões dos outros. Como hoje de manhã em que eu me arrumei mais do que o normal pra ir pro inglês. Tirei aquela calça xadrez que eu só usava pra sair jantar ou algo do tipo, coloquei uma blusinha preta, passei um batom vermelho e coloquei aquele chapéu que ficava lindo em mim mas eu nunca tinha coragem de usar. Tudo bem que depois do almoço ele já saiu da minha cabeça porque esquentou, mas o resto da produção estava lá, inteirinha.
Fui pro inglês normalmente, depois peguei o ônibus e voltei pra casa.
Eu já tinha percebido olhares diferentes durante o trajeto, como se eu fosse esquisita ou algo do tipo. E quando desembarquei não foi diferente, mesmo de dentro do ônibus continuavam me olhando de uma forma estranha.
Mas e daí? Por que me importar com o que elas pensavam de mim? Eu estava me sentindo bonita e nada mais importava.
Meus cabelos voavam com o vento. E eu sorria. Se eu estiver me sentindo bonita, os outros realmente não importam.

Se cuidem, e mil desculpas por ter sumido, prometo que vou tentar postar mais. Beijinhos ♥

Um comentário:

  1. Oi amorzinho! Tô passando aqui só pra avisar que amei o post e que escrevi uma carta sobre ele no meu blog, passa lá dar uma olhadinha? Beijinhos.

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